As exportações de commodities passarão a ter seus preços fixados com base exclusivamente na cotação dos produtos em bolsas de valores, informou ontem a Receita Federal. Atualmente, o preço pode ser determinado também por outros critérios, como o custo de produção acrescido do lucro, mas os técnicos avaliaram que essa poderia ser uma forma de mandar recursos para fora do País pagando menos tributos.
Uma empresa localizada no Brasil poderia fazer uma exportação para uma coligada no exterior, fixando um preço muito baixo para a transação.
Assim, a mercadoria iria para fora pagando menos tributos. Na outra mão, a empresa localizada aqui poderia fazer uma importação de sua coligada no exterior pagando um preço acima do normal. Dessa forma, também mandaria recursos para fora burlando a tributação.
Esses truques para driblar a fiscalização nas transações entre empresas dependentes são um problema no mundo inteiro e movimentam bilhões, informou o subsecretário de Tributação da Receita, Sandro Serpa. Ela disse que não foram detectados problemas com as exportações de commodities brasileiras, mas mesmo assim o governo fez essa mudança na lei. A nova regra consta da Medida Provisória 563, que institui a desoneração da folha e modifica vários pontos da legislação tributária.
Por outro lado, o pacote atendeu às reivindicações do setor produtivo. Uma delas foi a inclusão de mais duas a três centenas de empresas no grupo das 'preponderantemente exportadoras'. As firmas que estão nesse clube têm direito à suspensão da cobrança do PIS/Cofins e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra de matérias-primas, insumos e embalagens para a fabricação de bens destinados ao exterior.
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quinta-feira, 5 de abril de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Vamos investir?
Tesouro Nacional - Títulos Públicos
São títulos emitidos pelo governo, por meio do Tesouro Nacional, com a finalidade de captar recursos para financiamento da dívida pública, e para projetos na área federal como educação, saúde, tecnologia, infraestrutura etc.
São títulos considerados de risco zero pelo mercado, porque você empresta dinheiro ao Governo Federal e recebe o pagamento de juros.
Preço dos títulos públicos
O preço unitário, valor pelo qual são negociados, é a soma de todos os pagamentos futuros trazidos a valor presente pela taxa de desconto (taxa de negócio). Ou seja, taxa e preço são inversamente proporcionais. Se um sobe, o outro desce. A única exceção é a LFT, que, dia a dia, é corrigida pela taxa Selic.
São títulos emitidos pelo governo, por meio do Tesouro Nacional, com a finalidade de captar recursos para financiamento da dívida pública, e para projetos na área federal como educação, saúde, tecnologia, infraestrutura etc.
São títulos considerados de risco zero pelo mercado, porque você empresta dinheiro ao Governo Federal e recebe o pagamento de juros.
Preço dos títulos públicos
O preço unitário, valor pelo qual são negociados, é a soma de todos os pagamentos futuros trazidos a valor presente pela taxa de desconto (taxa de negócio). Ou seja, taxa e preço são inversamente proporcionais. Se um sobe, o outro desce. A única exceção é a LFT, que, dia a dia, é corrigida pela taxa Selic.
LFT
São títulos pós-fixados vinculados à taxa SELIC.
Indicados em que momentos: ciclo de alta das taxas de juros; momento contracionista da economia; geralmente após um longo período de alta dos índices de inflação.
LTN e NTNF
São títulos prefixados, ou seja, na data de aplicação é conhecida a rentabilidade da operação, caso os ativos sejam levados até o resgate.
Indicados em que momentos: fim do ciclo de alta, manutenção ou início de ciclo de baixa da taxa de juros.
NTNB
São títulos indexados à inflação. Rendem juros mais a inflação medida pelo IPCA, indicador oficial do governo federal para medição da inflação. Os ganhos do investidor corresponderão aos juros que superarem o índice da inflação.
Indicados em que momentos: ciclo de medidas expansionistas que irão aumentar o consumo e, consequentemente, puxar os preços da economia como um todo. Também são indicados para períodos longos, para garantir ganho real da aplicação.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Mercado Futuro
Índice e Mini-índice Futuro
Características dos contratos:
• 1 contrato de índice futuro tem o tamanho financeiro igual ao da cotação do Ibovespa (Ex.: Se o Ibovespa está cotado em 50.000 pontos, o valor do contrato de índice futuro é de R$ 50.000. O mini-índice equivale a 20% desse volume).
• A negociação do índice é realizada de 5 em 5 contratos, e a do mini, de 1 em 1.
• Os contratos vencem a cada 2 meses.
• O preço teórico do índice futuro tende a ser a cotação atual do Ibovespa, acrescida da taxa de juros até o vencimento do contrato. No dia do vencimento, as pontuações do Ibovespa e do índice futuro se igualam.
• A margem de garantia normalmente oscila entre 15 a 30% do valor do contrato.
Estratégias:
A XP acompanha três estratégias de análise gráfica com o foco no curto prazo: médias móveis, suporte e resistência e envelope.
Proteção (hedge):
O hedge é indicado para quem teme a queda do mercado e não quer se desfazer de sua posição atual.
Dólar e Minidólar Futuro
1 contrato de dólar futuro equivale a US$ 50.000, e 1 contrato de minidólar equivale a US$ 5.000. O funcionamento do preço teórico do dólar é similar ao do índice futuro, e a margem de garantia normalmente oscila em torno de 30% do valor do contrato.
Pontos positivos:
• Mercado com alta liquidez.
• Agilidade na proteção da carteira, ganho da taxa implícita do Índice Futuro.
• Não é necessário dispor do valor financeiro total dos contratos.
Pontos negativos:
• Em função da alavancagem, o produto requer experiência e atenção.
Relatórios:
• Diários.
Acompanhamento:
• Intraday, atualizado em tempo real.
Alerta:
• Essa operação é baseada na análise gráfica do índice futuro do Ibovespa Futuro. É um investimento de risco muito alto por causa da baixa disponibilidade financeira e alta volatilidade. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado e o cenário macro-econômico podem afetar o desempenho do investimento. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da Corretora: www.xpi.com.br. Inexistem situações de conflitos de interesses entre a XP Investimentos e a utilização desse produto.
Características dos contratos:
• 1 contrato de índice futuro tem o tamanho financeiro igual ao da cotação do Ibovespa (Ex.: Se o Ibovespa está cotado em 50.000 pontos, o valor do contrato de índice futuro é de R$ 50.000. O mini-índice equivale a 20% desse volume).
• A negociação do índice é realizada de 5 em 5 contratos, e a do mini, de 1 em 1.
• Os contratos vencem a cada 2 meses.
• O preço teórico do índice futuro tende a ser a cotação atual do Ibovespa, acrescida da taxa de juros até o vencimento do contrato. No dia do vencimento, as pontuações do Ibovespa e do índice futuro se igualam.
• A margem de garantia normalmente oscila entre 15 a 30% do valor do contrato.
Estratégias:
A XP acompanha três estratégias de análise gráfica com o foco no curto prazo: médias móveis, suporte e resistência e envelope.
Proteção (hedge):
O hedge é indicado para quem teme a queda do mercado e não quer se desfazer de sua posição atual.
Dólar e Minidólar Futuro
1 contrato de dólar futuro equivale a US$ 50.000, e 1 contrato de minidólar equivale a US$ 5.000. O funcionamento do preço teórico do dólar é similar ao do índice futuro, e a margem de garantia normalmente oscila em torno de 30% do valor do contrato.
Pontos positivos:
• Mercado com alta liquidez.
• Agilidade na proteção da carteira, ganho da taxa implícita do Índice Futuro.
• Não é necessário dispor do valor financeiro total dos contratos.
Pontos negativos:
• Em função da alavancagem, o produto requer experiência e atenção.
Relatórios:
• Diários.
Acompanhamento:
• Intraday, atualizado em tempo real.
Alerta:
• Essa operação é baseada na análise gráfica do índice futuro do Ibovespa Futuro. É um investimento de risco muito alto por causa da baixa disponibilidade financeira e alta volatilidade. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado e o cenário macro-econômico podem afetar o desempenho do investimento. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da Corretora: www.xpi.com.br. Inexistem situações de conflitos de interesses entre a XP Investimentos e a utilização desse produto.
Renda Fixa
Estes fundos aplicam parte dos recursos em títulos de renda fixa pós e pré-fixados. São chamados de renda fixa porque apresentam normalmente em suas carteiras uma participação maior de papéis pré-fixados ou indexados à índices de preço. Em um cenário de queda na taxa de juros, podem apresentar uma rentabilidade maior que a de um fundo DI, por causa dos títulos pré-fixados que compõem sua carteira.
Fundos
Um fundo de investimento é como um condomínio que reúne recursos de um conjunto de investidores (cotistas), com o objetivo de obter ganhos financeiros a partir da aquisição de uma carteira de títulos ou valores mobiliários.
É a comunhão de recursos sob a forma de condomínio em que os cotistas têm os mesmos interesses e objetivos ao investir no mercado financeiro e de capitais.
Funciona exatamente como um condomínio de apartamentos, onde cada condômino é dono de uma cota (um apartamento) e paga a um terceiro para administrar e coordenar as tarefas do prédio (jardineiro, pessoal da limpeza, porteiro, manutenção de elevadores etc.). Nele são estabelecidas as regras de funcionamento (horário de funcionamento da piscina, do salão de festas, de música alta nas dependências dos apartamentos, entre outras). Essas regras são seguidas por todos os moradores, sem exceção.
Um fundo de investimento funciona da mesma forma. Os cotistas (os moradores) compram uma quantidade de cotas ao aplicar, e pagam uma taxa de administração a um terceiro (o Administrador) para coordenar as tarefas do fundo e gerenciar seus recursos no mercado. Ao comprar cotas de um determinado fundo, o cotista está aceitando suas regras de funcionamento (aplicação, resgate, horários, custos etc.), e passa a ter os mesmos direitos dos demais cotistas, independentemente da quantidade de cotas que cada um possui.
Agora, imagine que você não mora num prédio, portanto está fora do condomínio, e precisa escolher quem vai fazer a manutenção da piscina e da quadra esportiva ou quem vai contratar os seguranças. Provavelmente, terá mais trabalho para encontrar esses prestadores de serviços e gastará mais. Se estivesse num condomínio, essa seria uma tarefa para o síndico, com a vantagem de poder ratear com os outros condôminos esses custos.
Situação semelhante poderia acontecer com você, caso estivesse sozinho no mercado financeiro. Caberia a você escolher os ativos para compor uma carteira de investimento. Isso significa analisar com frequência riscos, nível de endividamento e expectativa de resultados de cada empresa da qual você comprou ação ou de cada banco do qual você adquiriu um CDB.
Quem aguenta enfrentar tamanha trabalheira?
Só especialistas. Por isso eles trabalham para os fundos. E os fundos trabalham para você. Os fundos permitem que gestores profissionais administrem seus recursos de forma profissional e transparente.
Se o gestor faz tudo, qual o papel do investidor?
A você cabe escolher fundos de acordo com seus objetivos e expectativas, e decidir pela aplicação mais adequada, considerando quando e o que pretende fazer com seus rendimentos.
É a comunhão de recursos sob a forma de condomínio em que os cotistas têm os mesmos interesses e objetivos ao investir no mercado financeiro e de capitais.
Funciona exatamente como um condomínio de apartamentos, onde cada condômino é dono de uma cota (um apartamento) e paga a um terceiro para administrar e coordenar as tarefas do prédio (jardineiro, pessoal da limpeza, porteiro, manutenção de elevadores etc.). Nele são estabelecidas as regras de funcionamento (horário de funcionamento da piscina, do salão de festas, de música alta nas dependências dos apartamentos, entre outras). Essas regras são seguidas por todos os moradores, sem exceção.
Um fundo de investimento funciona da mesma forma. Os cotistas (os moradores) compram uma quantidade de cotas ao aplicar, e pagam uma taxa de administração a um terceiro (o Administrador) para coordenar as tarefas do fundo e gerenciar seus recursos no mercado. Ao comprar cotas de um determinado fundo, o cotista está aceitando suas regras de funcionamento (aplicação, resgate, horários, custos etc.), e passa a ter os mesmos direitos dos demais cotistas, independentemente da quantidade de cotas que cada um possui.
Agora, imagine que você não mora num prédio, portanto está fora do condomínio, e precisa escolher quem vai fazer a manutenção da piscina e da quadra esportiva ou quem vai contratar os seguranças. Provavelmente, terá mais trabalho para encontrar esses prestadores de serviços e gastará mais. Se estivesse num condomínio, essa seria uma tarefa para o síndico, com a vantagem de poder ratear com os outros condôminos esses custos.
Situação semelhante poderia acontecer com você, caso estivesse sozinho no mercado financeiro. Caberia a você escolher os ativos para compor uma carteira de investimento. Isso significa analisar com frequência riscos, nível de endividamento e expectativa de resultados de cada empresa da qual você comprou ação ou de cada banco do qual você adquiriu um CDB.
Quem aguenta enfrentar tamanha trabalheira?
Só especialistas. Por isso eles trabalham para os fundos. E os fundos trabalham para você. Os fundos permitem que gestores profissionais administrem seus recursos de forma profissional e transparente.
Se o gestor faz tudo, qual o papel do investidor?
A você cabe escolher fundos de acordo com seus objetivos e expectativas, e decidir pela aplicação mais adequada, considerando quando e o que pretende fazer com seus rendimentos.
Ações
Os fundos de ações se caracterizam por terem no mínimo 67% de sua carteira alocados em ações, e com isto apresentam maior rentabilidade do que os fundos de renda fixa e DI, porém seu risco (volatilidade) também é maior.
Para investir diretamente em ações, o investidor deve procurar uma Corretora de Valores. Investindo através de uma corretora você estará envolvido diretamente na compra e venda das ações, escolhendo as empresas e momento de comprá-las seja através de um home broker, ou com o auxílio de um operador. É necessário ter certo conhecimento sobre o mercado de ações antes de iniciar um investimento direto, além disso, este tipo de investimento demanda tempo e atenção para realizar as análises de maneira correta.
Através de um Fundo de Investimento em Ações (FIA), o investidor passa a responsabilidade para um especialista, o gestor. Esse gestor compra e vende os ativos do Fundo segundo objetivos e política de investimento estabelecida no regulamento. Os FIAs são indicados para quem não possui tempo nem interesse em administrar uma carteira própria de ações, desejando assim delegar esta função a um especiliasta de mercado.
Principais vantagens de investir através de um FIA:
- Seus recursos são gerados por um Gestor especializado.
- O investidor adquire várias ações simultâneamente.
- Menor custo para diversificar seus investimentos.
- Ex: Com apenas R$ 100,00 você pode estar diversificado.
- Não possui custos de corretagem.
Para investir diretamente em ações, o investidor deve procurar uma Corretora de Valores. Investindo através de uma corretora você estará envolvido diretamente na compra e venda das ações, escolhendo as empresas e momento de comprá-las seja através de um home broker, ou com o auxílio de um operador. É necessário ter certo conhecimento sobre o mercado de ações antes de iniciar um investimento direto, além disso, este tipo de investimento demanda tempo e atenção para realizar as análises de maneira correta.
Através de um Fundo de Investimento em Ações (FIA), o investidor passa a responsabilidade para um especialista, o gestor. Esse gestor compra e vende os ativos do Fundo segundo objetivos e política de investimento estabelecida no regulamento. Os FIAs são indicados para quem não possui tempo nem interesse em administrar uma carteira própria de ações, desejando assim delegar esta função a um especiliasta de mercado.
Principais vantagens de investir através de um FIA:
- Seus recursos são gerados por um Gestor especializado.
- O investidor adquire várias ações simultâneamente.
- Menor custo para diversificar seus investimentos.
- Ex: Com apenas R$ 100,00 você pode estar diversificado.
- Não possui custos de corretagem.
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